Trabalho de Filosofia sobre o filme O homem Bicentenário

  O filme “O homem Bicentenário” trata de inteligência artificial, livre-arbítrio e da possibilidade das máquinas tornarem-se auto-conscientes. Num futuro próximo um andróide de nome Andrew Martin vai morar com uma família para se tornar empregado da casa, e ao chegar na casa ele se mostra sensível aos estímulos e comportamentos que observa a sua volta, sendo que, aos poucos começa a se assemelhar a um ser humano em características como  amor, ciúmes, curiosidades, inteligência e etc.
             
                Com o passar do tempo, Andrew aprende variadas habilidades manuais, começa a ler e criar seus próprios objetos e invenções. No entanto, a partir do momento que começa a estudar a História humana o andróide se enche de questões sobre sua condição e seu lugar no mundo percebendo sua condição de não livre. Logo depois,  o andróide para de chamar-se de “isto”, pedindo a seu dono que o liberte em troca de uma quantia de dinheiro. Desse modo então, Andrew inicia sua busca e  luta para tornar-se humano, viajando pelo mundo  e chegando a financiar um projeto para fazê-lo.
              
                 A cena do filme que chama mais atenção é a cena que ele pede a se referir a si como “isto” para se referir a si como “eu”  Essa cena mostra como naquele momento ele tomou consciência de um “eu” o  “self” no conceito freudiano. Sendo assim, o interlocutor é levado ao  seguinte questionamento: O que diferencia um andróide como Andrew que é auto-consciente, tem as mesmas habilidades que um ser humano dos seres humanos? O que significa “humano” em um mundo onde as pessoas também possuem partes artificiais do corpo, e os andróides partes humanas?
             
               Portanto, o filme pode ser relacionado uma extensa bibliografia de filmes que levantam questões parecidas como Blade Runner, Inteligência Artificial,  2001 uma Odisséia no espaço e Eu robô nos quais as máquinas  também são auto conscientes.


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